Posts de Maio, 2009

Pela Ordem?!
Maio 9, 2009

Por Ramon Assis
Todas as vezes em que a frase ” Pela Ordem” era pronunciada, os jurados concentravam-se na questão e o público fingia entender o processo. Pela definição, a expressão “pela ordem” significa que o argumento utilizado pelo discursante não tem fundamento  e deve ser descartado do processo.

Exclusivo! Equipe Pela Ordem antecipa o resultado do julgamento
Maio 9, 2009

Por Camila Figueiredo e Juliana Alves
Após 10 minutos na sala secreta, o veredicto foi decidido e, com exclusividade, equipe Pela Ordem! anuncia: o réu é condenado por homicídio culposo, no qual a pena é mais leve. Isso significa que o réu é culpado da morte da vítima, porém sem intenção de matar, havendo excesso na [...]

Hora da decisão
Maio 9, 2009

Por Camila Diniz e Louize Fischer
Juiz convoca os jurados, os membros da defesa, da acusação e o escrivão. Na sala secreta, será decidido o veredicto. Enquanto isso, é visível a agitação da platéia. As alunas Ana Paula, Tatiana e Cláudia, do primeiro período de Direito, por exemplo, acreditam que o réu será absolvido, pois acham que [...]

Ministério Público teve o tempo como inimigo
Maio 9, 2009

Por Larissa Soares
Após os representantes de cada setor envolvido terem saído para a decisão final, a advogada do Ministério Público Schaiane Gutierres declarou que o maior inimigo para a promotoria na hora do debate foi o tempo. Segundo ela, muitos fatos deixaram de ser citados pelos colegas e devido às interferências ocorridas, alguns fatos foram deixados de [...]

Faca nunca foi encontrada
Maio 9, 2009

Por Ramon Assis
Após a divulgação do fato de que a faca, supostamente utilizada pelo acusado no crime, nunca foi apreendida, tanto a defesa quanto o público presente no auditório exaltaram-se. A promotoria não apresentou argumentos plausíveis sobre o assunto. Os jurados devem, nesse momento, decidir se levam em consideração mais esse fator… A arma do crime, [...]

Deveres e direitos e demora da promotoria
Maio 9, 2009

Por Larissa Soares
Durante o julgamento, o juiz Paulo Coen não deixa de reforçar códigos penais e explicar direitos e deveres tanto da promotoria quanto da defesa. A demora do Ministério Público em encontrar nos autos provas da contradição da defesa é algo que também interfere no andamento do julgamento e causa mais tumulto no debate.

Versões diferentes
Maio 9, 2009

por Altair Silva
A defesa de Arni Jr afirmou veementemente que o réu agiu em legítima defesa ao cravar a faca nas costas da vítima, que tentou lhe agredir com um pedaço de pau em chamas. A promotoria disse que em momento algum eles entraram em luta corporal, e que Arni não foi atingido.

Luz e escuridão
Maio 9, 2009

por Bianca Silva
A luz do sol resplandeceu do lado do Ministério Público e faz com que a “escuridão” ficasse ao lado do réu.

Será ele o culpado?
Maio 9, 2009

por Larissa Soares e Polianna Nogueira
Os alunos de primeiro período de Direito Wellington Gomes e Aline Gomes declararam que de início pareceu que o réu é culpado, mas alegam que ainda não é possível chegar a uma conclusão. Wellington, que já trabalho no Tribunal da Justiça como estagiário, diz que nunca tinha visto um julgamento, [...]

Platéia opina sobre o que assistiu até o momento
Maio 9, 2009

por Camila Diniz
Mariele, estudante de primeiro período do curso de Direito, ao assistir ao julgamento, acredita que o réu é inocente, pois, ao ser agredido, o acusado tinha o direito de se defender. Para a estudante a acusação não possui argumentos convincentes de que o réu é culpado.